quinta-feira, 26 de março de 2009

Dicas de livros:

*O monge e o executivo;

*O caçador de pipas;

*O mundo de sofia;

*O código Da vinci;

*Pedagogia da autonomia;

*Capitão Mouro;

*A língua de Eulália;

*Preconceito Línguistico;

*A menina que roubava livros;

segunda-feira, 23 de março de 2009

RESENHA DO TEXTO: Diferentes concepções de língua na prática pedagógica de Maria Luiza Monteiro Salles - UNB

O texto faz uma abordagem sobre o processo de ensino aprendizagem de Língua Portuguesa. Parte da criança como aluno, e chega a conclusão de que as concepções de língua e suas consequências são determinantes no alcance dos objetivos propostos.
Revela que, como o professor trabalha com as diferentes concepções de Língua Portuguesa de acordo com a prática adotada por ele, consequentemente diferentes práticas direcionam o ensino de Língua Portuguesa.
Nos PCN's, há um redirecionamento tanto da postura do professor quanto de sua prática em sala de aula.
As diferentes concepções de língua obrigam o professor e os alunos a se reconhecer em diferentes pápeis sociais. São consequências das atividades didático-pedagógicas aplicadas em sala de aula. Nessa relação do professor com sua metodologia, o redirecionamento do ensino e da aprendizagem do vernáculo não é atingido em relação ao texto.
Para vencer esses percalços entre concepções e metodologias, o professor deve ir além de sua técnica, como sugere a autora,amparada em Paulo Freire. Isso porque, numa sala de aula, o professor é um ser humano, assim como seus alunos. O ensino da língua exige essa relação, esse contexto histórico-cultural que existe entre ambos.
A presença do professor tende, pois, a ser importante em sala de aula. Sua comunicação envolve a classe como um todo, atingindo a palavra enquanto unidade textual, construindo um saber novo. Do ponto de vista das abordagens pedagógicas, o aluno se constitui como sujeito na aprendizagem da língua, enquanto é instaurado um diálogo na línguagem, com professor e alunos interagindo-se como sujeitos históricos.
Portanto, cabe ao professor refletir sobre as concepções teóricos de sua prática, não se restringindo apenas ao formalismo. Isso permite assumir uma posição em direção a uma construção social estabelecida com os processos educativos.

RESENHA DO TEXTO:

REFLEXÃO SOBRE O TEXTO: POR QUE MEU ALUNO NÃO LÊ?

A maneira como o professor ensina a língua determina a formação de leitores. É o que acontece nas escolas brasileiras. Os professores preocupam-se apenas em ensinar a cartilha, dissecando a linguagem em suas estruturas morfológicas, criando uma relação de obrigação muito cansativa.
Ao contrário, o ensino da leitura deveria ser uma prática prazerosa, em que o aluno se confrontasse com o texto numa relação interpessoal e íntima. A leitura é uma abertura para o interior, uma forma de perceber o mundo de uma perspectiva de vivência e não compromisso com os aspectos práticos de aprendizagem.
Não é o que ocorre em sala de aula. Os professores adotam uma prática de ensino de leitura que só faz o aluno detestar a leitura. Ele pode aprender a escrever corretamente, a produzir um bom texto, mas dificilmente irá ler um livro como uma entrega ao prazer.
Muito das práticas de leitura conduzidas pelos professores são desmotivadoras, ao invés de estimularem o hábito afastam o aluno dos livros. Além disso, os próprios professores desmotivam os alunos, impedindo práticas alternatrivas que aborde a língua, e não apenas a estrutura gramatical.
O aluno tende a achar a leitura em sala de aula muito difícil, e é justamente isso o que acontece. A leitura imposta com o objetivo de análise e interpretação cria uma resistência do aluno ao livro. E se isso ocorre nos primeiros anos de escola, dificilmente o aluno vai reatar uma relação com a leitura baseada no prazer, que é a leitura de lazer, ou seja, ficção.
É necessário despertar no aluno o desejo de ler. Para tanto, o professor deve criar metodologias alternativas de prática de leitura em sala de aula. Quanto mais cedo, melhor. Uma boa oficina de leitura pode descartar a fragmentação gramatical, a análise, interpretação, convidando o aluno para participar do prazer da leitura. Isso só se torna possível quando o aluno percebe que ler não é uma obrigação, mas uma relação sua com um mundo de múltiplas possibilidades.

Portfólio Digital

A partir desta postagem seguirão os textos que comporão meu portfólio digital que é um instrumento avaliativo do Gestar II, Formação Continuada, do qual sou professora formadora em Língua Portuguesa.

sábado, 21 de março de 2009

Memórias de infância

Porque eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura...(Fernando Pessoa,Poemas)...Porque a única sentida oculta das coisas,é elas não terem sentido oculto nenhum...(Fernando Pessoa)

Memórias de infância

Vais encontrar o mundo,disse meu pai,à porta do Ateneu.Coragem para a luta.(Raul Pompeia,O Ateneu)

Colegas do programa

Esta é Cris e outra colega da formação inicial em Salvador.....

Gestar II


Programa Gestão da Aprendizagem Escolar-É um programa de formação continuada,na modalidade semipresencial,destinada aos professores da quinta a oitava séries do Ensino Fundamental,em Língua Portuguesa.

terça-feira, 10 de março de 2009

O falar do nordeste

Foi no nordeste do país q primeiramente a língua portuguesa se fixou em nosso território.O início da colonização portuguesa se deu justamente entre os estados de Pernanbuco e Bahia,enquanto outras partes do país só viriam a receber a influência lusitana bem mais adiante.Dialeto do nordeste:mangar=zombar de alguém;aperreado=angustiado,estressado;ó xente=interjeição q demonstra espanto,curiosidade;pitoco=botão;bigu=carona;bizu=dica de vestibular;ixi maria=interjeição de espanto,contraindo o termo virgem maria;jerimum=abóbora;macaxeira=mandioca,aipim;canjica=cural de milho.